Imagem Ilustrativa no Google Drive: Visualizar Imagem da Matéria (news-blogs - Notícia Agro - Boi Gordo Atinge R$ 380,20 por Arroba em SP e Rentabilidade do Confinamento Avança 5,5% no Sudeste)
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Resumo Executivo
O mercado físico do boi gordo encerra o mês de outubro de 2026 renovando máximas históricas no principal polo consumidor do país. Impulsionada pela oferta restrita de animais terminados para abate imediato, a cotação no estado de São Paulo alcançou o recorde nominal de R$ 380,20 por arroba, acumulando valorização de 10,4% desde setembro, segundo levantamento setorial destacado pelo portal Feed&Food Bovinocultura e pela análise conjuntural Alta dos custos de produção e valorização do boi gordo desafiam cadeia de proteína animal em 2027.
Rentabilidade Regional: Sudeste Avança 5,5% com Recuo da Dieta (ICAP / Ponta Agro)
A firmeza nos preços de venda da arroba combinada ao barateamento dos concentrados energéticos e proteicos no terceiro trimestre de 2026 trouxe reflexos distintos entre as regiões produtoras monitoradas pelo Índice de Custos de Alimentação na Pecuária (ICAP / Ponta Agro):
- Avanço de 5,5% no Sudeste: Nos confinamentos de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, a redução nos custos alimentares da dieta aliada aos prêmios pagos pelas plantas frigoríficas regionais elevou a lucratividade média das operações em 5,5%;
- Pressão no Centro-Oeste: Apesar do recuo equivalente no custo da diária nutricional, a rentabilidade dos invernistas do Centro-Oeste ainda sentiu o impacto do desembolso mais elevado na aquisição do boi magro de reposição e do diferencial de base logística;
- Estreitamento do diferencial boi gordo/boi magro: A arrancada de 10,4% do boi gordo na parcial de outubro começou a reduzir a distância percentual frente ao boi magro, melhorando a relação de troca para o fechamento do segundo giro de confinamento.
Fatores de Atenção para a Cadeia de Proteína Animal em 2027
Para o planejamento produtivo de 2027, a análise do Feed&Food alerta que os gestores de bovinocultura, suinocultura e avicultura devem monitorar a pressão de custos operacionais fora da ração — especialmente o encarecimento do óleo diesel e dos fertilizantes —, além do comportamento climático da safra 2026/27 no Brasil e do ritmo de colheita de milho e soja nos Estados Unidos.
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